Algumas pessoas gostam de escrever. Escrevem por satisfação. Querem colocar suas ideias no papel. Isso pode ter diferentes significados.
Artigos, livros, relatórios, cartas, crônicas, ensaios e tantas outras formas são próprias para publicar informações. Podem comunicar opiniões, conhecimentos, contar uma história, ou ainda expressar sentimentos.
O humano é único ser que apende a ler e escrever. Mas poucas pessoas são as que escrevem para outros lerem.
Merece destaque o que um escritor produz para inspirar. São os textos que nem precisam e nem devem ter suas proposições explícitas. Nos fazem refletir e desenvolver nossa própria ideia. Mesmo que equivocada. São textos em que predominam perguntas e dúvidas ou ideias inconclusivas, em detrimento de explanações precisas.
Esses textos são os que mais contribuem para o desenvolvimento. Funcionam como adubo da liberdade por despertar consciência. Criam a possibilidade de ir além do que o texto se limita. Possuem o dom de provocar novas visões.
Alguns desses textos nos fazem sonhar, outros nos trazem para realidade. Às vezes como crônica ou em forma de poesia. Como é a letra de uma bela melodia. Emocionam ao não limitarem a inspiração ao pensamento, pois o escrito nos tocam n’alma.
A poesia tem a capacidade de permitir diferentes interpretações, todas certas, inclusive as que estiverem erradas. A poesia é imprecisa, metafórica. Não está para comunicar ou ensinar. Está para provocar. Nos poupa da limitação racional e nos amplia no sentir.
Quanto mais a vida já forjou o escritor, menos ele tende a ensinar ou comunicar e mais se dedica a deixar que aprendam. Planta uma semente e deixa surgir o que há de vir.
Esses formam um grupo especial de escritores. São os poetas, mesmo que escrevam só prosas ou crônicas.
Que será o que os poetas querem nos dizer?
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